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segunda-feira, 11 de agosto de 2008

MILTON NASCIMENTO - Discografia

TRAVESSIA - 1967


1 Travessia
(M. Nascimento - Fernando Brant)
2 Três Pontas
(M. Nascimento - Ronaldo Bastos)
3 Crença
(Márcio Borges - M. Nascimento)
4 Irmão de fé
(M. Borges - M. Nascimento)
5 Canção do sal
(M. Nascimento)
6 Catavento
(M. Nascimento)
7 Morro velho
(M. Nascimento)
8 Gira, girou
(M. Borges - M. Nascimento)
9 Maria, minha fé
(M. Nascimento)
10 Outubro
(M. Nascimento - F. Brant)

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MILTON NASCIMENTO - COURAGE 1968


1 Travessia
(Bridges) (M. Nascimento - F. Brant)
2 Vera Cruz
(M. Borges - M. Nascimento)
3 Três Pontas
(M. Nascimento - Ronaldo Bastos)
4 Outubro
(M. Nascimento - F. Brant)
5 Courage
(P.Williams - M. Nascimento)
6 Rio Vermelho
(M. Nascimento - R. Bastos)
7 Gira, girou
(Márcio Borges - M. Nascimento)
8 Morro velho
(M. Nascimento)
9 Catavento
(M. Nascimento)
10 Canção do sal
(M. Nascimento)




MILTON NASCIMENTO - MILTON NASCIMENTO - 1969

1 Sentinela
(M. Nascimento - F. Brant)
2 Rosa do ventre
(M. Nascimento - F. Brant)
3 Pescaria
(Dorival Caymmi)
• O mar é meu chão
(Dori Caymmi-Nelson Motta)
4 Tarde
(Márcio Borges - M. Nascimento)
5 Beco do Mota
(M. Nascimento - F. Brant)
6 Pai Grande
(Milton Nascimento)
7 Quatro luas
(Nelson Ângelo - Ronaldo Bastos)
8 Sunset Marquis 333 Los Angeles
(M. Nascimento - F. Brant)
9 Aqui, oh!
(Toninho Horta - F. Brant)
Participação Toninho Horta
10 Travessia
(M. Nascimento - F. Brant)


MILTON NASCIMENTO - MILTON - 1970

1 Para Lennon e McCartney
(Márcio Borges - Lô Borges - Fernando Brant)
2 Amigo, amiga
(Milton Nascimento - Ronaldo Bastos)
3 Maria Três Filhos
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
4 Clube da Esquina
(Márcio Borges - Lô Borges - Milton Nascimento)
Participação: Lô Borges
5 Canto latino
(Ruy Guerra - Milton Nascimento)
6 Durango Kid
(Toninho Horta - Fernando Brant)
7 Pai Grande
(Milton Nascimento)
8 Alunar
(Márcio Borges - Lô Borges)
9 A felicidade
(Tom Jobim - Vinícius de Moraes)
10 Tema de Tostão
(Milton Nascimento)
11 O homem da sucursal
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
12 Aqui é o país do futebol
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
13 O jogo
(Pacífico Mascarenhas)


MILTON NASCIMENTO & LÔ BORGES - CLUBE DA ESQUINA - 1972


1 Tudo que você podia ser (Márcio Borges - Lô Borges)
Interpretação: Milton Nascimento
2 Cais (Milton Nascimento - Ronaldo Bastos)
Interpretação: Milton Nascimento
3 O trem azul (Lô Borges - Ronaldo Bastos)
Interpretação: Lô Borges
4 Saídas e Bandeiras nº 1 (Milton Nascimento - Fernando Brant)
Interpretação: Beto Guedes / Milton Nascimento
5 Nuvem cigana (Lô Borges - Ronaldo Bastos)
Interpretação: Milton Nascimento
6 Cravo e canela (Milton Nascimento - Ronaldo Bastos)
Interpretação: Lô Borges / Milton Nascimento
7 Dos cruces (Carmelo Larrea)
Interpretação: Milton Nascimento
8 Um girassol da cor de seu cabelo (Márcio Borges - Lô Borges)
Interpretação: Lô Borges
9 San Vicente (Milton Nascimento - Fernando Brant)
Interpretação: Milton Nascimento
10 Estrelas (Márcio Borges - Lô Borges)
Interpretação: Lô Borges
11 Clube da Esquina nº 2 (Lô Borges - Milton Nascimento)
Interpretação: Milton Nascimento
12 Paisagem na janela (Lô Borges - Fernando Brant)
Interpretação: Lô Borges
13 Me deixa em paz (Ayrton Amorim - Monsueto)
Interpretação: Alaíde Costa / Milton Nascimento
14 Os povos (Márcio Borges - Milton Nascimento)
Interpretação: Milton Nascimento
15 Saídas e Bandeiras nº 2 (Milton Nascimento - Fernando Brant)
Interpretação: Beto Guedes / Milton Nascimento
16 Um gôsto de Sol (Milton Nascimento - Ronaldo Bastos)
Interpretação: Milton Nascimento
17 Pelo amor de Deus (Milton Nascimento - Fernando Brant)
Interpretação: Milton Nascimento
18 Lilia (Milton Nascimento - Fernando Brant)
Interpretação: Milton Nascimento
19 Trem de doido (Márcio Borges - Lô Borges)
Interpretação: Lô Borges
20 Nada será como antes (M. Nascimento - Ronaldo Bastos)
Interpretação: Beto Guedes / Milton Nascimento
21 Ao que vai nascer (M. Nascimento - F. Brant)
Interpretação: Milton Nascimento


MILTON NASCIMENTO - MILAGRE DOS PEIXES 1973

1 Os escravos de Jó
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
Participação: Clementina de Jesus
2 Carlos, Lúcia, Chico e Tiago
(Milton Nascimento)
3 Milagre dos peixes
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
4 A chamada
(Milton Nascimento)
5 Cadê
(Ruy Guerra - Milton Nascimento)
Participação: Nico Borges / Telo Borges
6 Pablo nº 2
(Milton Nascimento - Ronaldo Bastos)
7 Tema dos Deuses
(Milton Nascimento)
8 Hoje é dia de El-rey
(Márcio Borges - Milton Nascimento)
9 A última sessão de música
(Milton Nascimento)
10 Pablo
(Milton Nascimento - Ronaldo Bastos)
Participação: Nico Borges
11 Sacramento
(Milton Nascimento - Nelson Ângelo)


MILTON NASCIMENTO - MILAGRE DOS PEIXES AO VIVO 1974

1 A matança do porco
(Milton Nascimento)
• Xá-mate
(Wagner Tiso-Nivaldo Ornelas)
2 Bodas
(Ruy Guerra - Milton Nascimento)
3 Milagre dos peixes
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
4 Outubro
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
5 Sacramento
(Milton Nascimento - Nelson Ângelo)
6 Nada será como antes
(Milton Nascimento - Ronaldo Bastos)
7 Hoje é dia de el rey
(Márcio Borges - Milton Nascimento)
8 Sabe você
(Carlos Lyra - Vinicius de Moraes)
9 Viola violar
(Márcio Borges - Milton Nascimento)
10 Cais
(Milton Nascimento - Ronaldo Bastos)
11 Clube da esquina
(Márcio Borges - Lô Borges - Milton Nascimento)
12 Tema dos deuses
(Milton Nascimento)
13 A última sessão de música
(Milton Nascimento)
14 San Vicente
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
15 Chove lá fora
(Tito Madi)
16 Pablo
(Milton Nascimento - Ronaldo Bastos)


MILTON NASCIMENTO - MINAS 1975

1 Minas
(Novelli)
2 Fé cega faca amolada
(Milton Nascimento - Ronaldo Bastos)
Participação: Beto Guedes
3 Beijo partido
(Toninho Horta)
Participação: Toninho Horta
4 Saudade dos aviões da Panair
(Conversando no bar) (Milton Nascimento - Fernando Brant)
5 Gran Circo
(Márcio Borges - Milton Nascimento)
6 Ponta de Areia
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
7 Trastevere
(Milton Nascimento - Ronaldo Bastos)
8 Idolatrada
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
9 Leila
(Venha ser feliz) (Milton Nascimento)
10 Paula e Bebeto
(Caetano Veloso - Milton Nascimento)
11 Simples
(Nelson Ângelo)
12 Norwegian wood
(McCartney - Lennon)
13 Caso você queira saber
(Márcio Borges - Beto Guedes)


MILTON NASCIMENTO - MILTON - 1976
1 Raça
(Race) (Milton Nascimento - Fernando Brant)
2 Fairy tale song
(Cadê) (Ruy Guerra - Milton Nascimento)
3 Francisco
(Milton Nascimento)
4 Nothing will be as it was
(Nada será como antes) (Milton Nascimento - Ronaldo Bastos)
5 Cravo e canela
(Clove and cinnamon) (Milton Nascimento - Ronaldo Bastos)
6 The call
(A chamada) (Milton Nascimento)
7 One coin
(Tema de Tostão) (Milton Nascimento)
Participação: Maria de Fátima
8 Saídas e Bandeiras
(Exits and Flags) (Milton Nascimento - Fernando Brant)
9 Os povos
(The people) (Márcio Borges - Milton Nascimento)


MILTON NASCIMENTO - GERAES 1976

1 Fazenda
(Nelson Ângelo)
2 Calix Bento
(Folclore)
3 Volver a los 17
(Violeta Parra)
Participação: Mercedes Sosa
4 Menino
(Milton Nascimento - Ronaldo Bastos)
5 O que será
(À flor da pele) (Chico Buarque)
Participação: Chico Buarque
6 Carro de boi
(Cacaso - Maurício Tapajós)
7 Caldera
(Nelson Araya)
Participação: Grupo Água
8 Promessas do Sol
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
Participação: Grupo Água
9 Viver de amor
(Toninho Horta - Ronaldo Bastos)
10 Lua girou (Folclore)
11 Circo Marimbondo
(Milton Nascimento - Ronaldo Bastos)
Interpretação: Clementina de Jesus
12 Minas Geraes
(Novelli - Ronaldo Bastos)
13 Primeiro de maio
(Chico Buarque - Milton Nascimento)
14 O cio da terra
(Chico Buarque - Milton Nascimento)


MILTON NASCIMENTO & CHICO BUARQUE - Compacto Simples 1977
1.Cio da Terra
2.Primeiro de Maio


MILTON NASCIMENTO - CLUBE DA ESQUINA 2 - 1978

DISCO 1
1 Credo
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
Participação: Grupo Tacuabé
2 Nascente
(Flávio Venturini - Murilo Antunes)
Participação: Flávio Venturini
3 Ruas da cidade
(Márcio Borges - Lô Borges)
Participação: Lô Borges
4 Paixão e fé
(Tavinho Moura - Fernando Brant)
Participação: Canarinhos de Petrópolis
5 Casamiento de negros
(Polo Cabrera - Folclore)
Participação: Grupo Tacuabé
6 Olho d'água
(Paulo Jobim - Ronaldo Bastos)
Participação: Canarinhos de Petrópolis
7 Canoa, canoa
(Nelson Ângelo - Fernando Brant)
8 O que foi feito deverá
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
• O que foi feito de Vera
(Milton Nascimento-Márcio Borges)
Participação: Elis Regina
9 Mistérios (Maurício Maestro - Joyce)
Participação: Boca Livre10 Pão e água
(Márcio Borges - Roger Mota - Lô Borges)
Participação: Lô Borges
11 E daí
(Ruy Guerra - Milton Nascimento)

DISCO 2
1 Canção amiga
(Milton Nascimento)
Participação: Kiko
2 Cancion por la unidad de Latino America
(Pablo Milanes - Chico Buarque)
Participação: Chico Buarque
3 Tanto
(Beto Guedes - Ronaldo Bastos)
Participação: Beto Guedes / Lô Borges
4 Dona Olímpia
[Your moon] (Toninho Horta - Ronaldo Bastos)
5 Testamento
(Milton Nascimento - Nelson Ângelo)
6 A sêde do peixe
[Para o que não tem solução] (Márcio Borges - Milton Nascimento)
7 Léo
(Chico Buarque - Milton Nascimento)
8 Maria, Maria
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
9 Meu menino
(Ana Terra - Danilo Caymmi)
10 Toshiro
(Novelli)
11 Reis e rainhas do maracatu
[Tema dos Estudantes do Samba de Três Pontas]
(Novelli - Fran - Milton Nascimento - Nelson Ângelo)
Participação: Azymuth
12 Que bom, amigo
(Milton Nascimento)


MILTON NASCIMENTO - JOURNEY TO DAWN - 1979

1 Pablo II
(Milton Nascimento - Ronaldo Bastos)
• Pablo (Milton Nascimento-Ronaldo Bastos-Jim Price)
2 Idolatrada
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
3 Maria Maria
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
4 Journey to dawn
(Márcio Borges - Milton Nascimento)
5 O cio da terra
(Chico Buarque - Milton Nascimento)
6 Paula e Bebeto
(Caetano Veloso - Milton Nascimento)
7 Maria três filhos (Milton Nascimento - Fernando Brant)
8 Credo
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
9 A louca
(Milton Nascimento)


MILTON NASCIMENTO - SENTINELA 1980
1 O velho
(Vinheta) (Milton Nascimento)
2 Peixinhos do mar (Folclore)
Participação: Tavinho Moura
3 Tudo (H. Fattoruso - R. Rada - Milton Nascimento)
4 Canção da América
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
Participação: Boca Livre
5 Sueño con serpientes
(Silvio Rodrigues)
Participação: Mercedes Sosa
6 Roupa Nova
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
7 Povo da raça Brasil
(Vinheta) (Milton Nascimento - Fernando Brant)
8 Sentinela
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
Participação: Nana Caymmi9 Cantiga (Caicó)
(Lobos - Villa - Folclore - Milton Nascimento - Teca Calazans)
10 Bicho homem
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
11 Itamarandiba
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
12 Um cafuné na cabeça, malandro, eu quero até de macaco
(Leila Diniz - Milton Nascimento)
Participação: Leila Diniz
13 Peixinhos do mar
(Vinheta) (Folclore)


MILTON NASCIMENTO - CAÇADOR DE MIM 1981
1 Crescente
(Wagner Tiso)
• Cavaleiros do Céu
(Riders in the sky) (S.Jones-Vrs. Haroldo Barbosa)
2 Amor amigo
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
3 De magia, de dança e pés
(Milton Nascimento)
4 Notícias do Brasil
[Os pássaros trazem] (Milton Nascimento - Fernando Brant)
5 Vida (M.Nascimento - F.Brant)
6 Caçador de mim
(Luiz Carlos Sá - Sergio Magrão)
7 Sonho de moço
(Francis Hime - M.Nascimento)
8 Nos bailes da vida (M.Nascimento - F.Brant)
Participação: Roupa Nova
9 Coração civil
(M.Nascimento - F.Brant)
10 Bela bela
(Ferreira Gullar - M.Nascimento)


MILTON NASCIMENTO - MISSA DOS QUILOMBOS 1982
1 Abertura:
• Trancados na noite (Texto: P. Tierra)
• Peixinhos do mar (Adpt. Tavinho Moura)
• Marcha e canto a Maria (Adpt. Paulinho Carvalho)
• Baridjumokô - Povo Kayapó do A-Ukre (Paulinho Paiakan)
2 A de ó
(Estamos chegando) (Pedro Tierra - Pedro Casaldáliga - Milton Nascimento)
3 Em nome de Deus
(P.Tierra - P.Casaldáliga - M.Nascimento)
4 Rito penitencial
(Kyrie) (P.Tierra - P.Casaldáliga - M.Nascimento)
5 Aleluiá
(P.Tierra - P.Casaldáliga - M.Nascimento)
6 Ofertório
(P.Tierra - P.Casaldáliga - M.Nascimento)
7 O Senhor é santo
(P.Tierra - P.Casaldáliga - M.Nascimento)
8 Rito da paz
(Pedro Tierra - Pedro Casaldáliga - Milton Nascimento)
9 Comunhão
(Milton Nascimento)
10 Raça
(M.Nascimento - F.Brant)
11 Ladainha
(P.Tierra - P.Casaldáliga - M.Nascimento)
12 Louvação à Mariana
(P.Tierra - P.Casaldáliga - M.Nascimento)
13 Marcha fina
(De Banzo e de esperança) (M.Nascimento)
• Invocação à Mariama (D. Hélder Câmara)
14 Pai Grande
(M.Nascimento)
15 Ony Saruê (Adpt. Negreiros)


MILTON NASCIMENTO - ÂNIMA - 1982
1 Evocação das montanhas
(Poema sonoro) (Henrique de Curitiba)
2 Teia de renda
(Tulio Mourão - Milton Nascimento)
3 Ânima
(Milton Nascimento - Zé Renato)
4 Olha
(Milton Nascimento)
5 Coração brasileiro
(Celso Adolfo)
6 As várias pontas de uma estrela
(Caetano Veloso - Milton Nascimento)
Participação: Caetano Veloso
7 Comunhão
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
Participação: Simone / Tadeu Franco
8 Certas canções
(Tunai - Milton Nascimento)
9 Filho
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
10 Essa voz
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
Participação: Elis Regina
11 No analices
(Vinheta) (Cláudio Cartier - Paulo César Feital)


MILTON NASCIMENTO AO VIVO - 1983
1 Coração de estudante
(Wagner Tiso - Milton Nascimento)
2 A noite do meu bem (Dolores Duran)
3 Paisagem na janela
(Fernando Fernando Brant - Lô Borges)
4 Cuitelinho (Folclore)
5 Caxangá
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
6 Nos bailes da vida
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
7 Menestrel das Alagoas
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
8 Brasil (Milton Nascimento - Fernando Brant)
9 Canção do novo mundo
(Beto Guedes - Ronaldo Bastos)
10 Um gosto de sol
(Milton Nascimento - Ronaldo Bastos)
Participação: Gal Costa11 Solar
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
Participação: Gal Costa
12 Para Lennon e McCartney
(Márcio Borges - Lô Borges - Fernando Brant)
13 Maria Maria
(Milton Nascimento - Fernando Brant)


MILTON NASCIMENTO - ENCONTROS E DESPEDIDAS - 1985
1 Portal da cor
(Ricardo Silveira - M.Nascimento)
2 Caso de amor
(W.Tiso - M.Nascimento)
3 Noites do sertão
(M.Nascimento - Tavinho Moura)
4 Mar do nosso amor
(Tunai - M.Nascimento)
5 Lágrima do Sul
(Marco Antônio Guimarães - M.Nascimento)
Participação: Uakti6 Raça
(M.Nascimento - F.Brant)
7 Pra eu parar de me doer
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
8 Encontros e despedidas
(M.Nascimento - F.Brant)
Participação: Hubert Laws
9 Quem perguntou por mim
(M.Nascimento - Fernando Brant)
10 A primeira estrela
(Tulio Mourão - Milton Nascimento - Tavinho Moura)
11 Vidro e corte
(M.Nascimento)
Participação: Pat Metheny
12 Rádio Experiência (Tunai - M.Nascimento)


MILTON NASCIMENTO - A BARCA DOS AMANTES - 1986
1 Nuvem cigana
(Lô Borges - Ronaldo Bastos)
2 Pensamento
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
3 Nós dois
(Luiz Avelar - Milton Nascimento)
4 Lágrima do Sul
(Marco Antônio Guimarães - Milton Nascimento)
5 Louvação a Mariama
(Pedro Tierra - Pedro Casaldáliga - Milton Nascimento)
6 Amor de índio
(Beto Guedes - Ronaldo Bastos)
7 A barca dos amantes
(Sergio Godinho - Milton Nascimento)
8 Tarde
(Márcio Borges - Milton Nascimento)
9 Maria Maria
(Milton Nascimento - Fernando Brant)


MILTON NASCIMENTO - YAUARETÊ - 1987
1 Planeta Blue
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
2 O vendedor de sonhos
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
Participação: Paul Simon / Herbie Hancock
3 Yauaretê
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
4 Cidade encantada
(Nelson Ayres - Milton Nascimento)
5 Meu mestre coração
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
6 Dança dos meninos
(Marco Antônio Guimarães - Milton Nascimento)
Participação: Uakti
7 Eldorado
(Milton Nascimento - Ronaldo Bastos)
8 Carta à República
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
Participação: Uakti9 Morro Velho (Milton Nascimento)
10 Mountain
(Cat Stevens - Márcio Borges - Milton Nascimento)
Participação: Herbie Hancock / Wayne Shorter
11 Canções e momentos
(Milton Nascimento - Fernando Brant)


MILTON NASCIMENTO - MILTONS - 1988
1 River Phoenix
(Carta a um jovem ator) (Milton Nascimento)
2 Feito nós
(Paulo Ricardo - Milton Nascimento)
3 La bamba
(Folclore)
4 Fruta boa
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
5 Semen
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
6 Don Quixote
(César Camargo Mariano - Milton Nascimento)
7 San Vicente
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
8 Sem fim
(Cacaso - Novelli)
9 Bola de meia, bola de gude
(Milton Nascimento - Fernando Brant)


MILTON NASCIMENTO - TXAI - 1990
1 Abertura: Milton Nascimento - Fala de Davi Kopenawa Yanomami
2 Txai
(Márcio Borges - Milton Nascimento)
3 Baú metoro
(Ukre)
4 Coisas da vida
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
5 Hoeiepereiga
6 Estórias da floresta
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
7 Yanomami e nós
[Pacto de vida] (Milton Nascimento - Fernando Brant)
8 Awasi
9 A terceira margem do rio
(Caetano Veloso - Milton Nascimento)
10 Benke
(Márcio Borges - Milton Nascimento)
Participação: Leonardo Bretas
11 Sertão das águas
(Milton Nascimento - Ronaldo Bastos)
12 Que virá dessa escuridão?
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
13 Curi curi [
Tsaqu Waiãpi] [Fala de River Phoenix]
14 Nozanina (Lobos - Roquette Pinto)
Participação: Marlui Miranda
15 Baridjumokô
(Ukre)


MILTON NASCIMENTO - O PLANETA BLUE NA ESTRADA DO SOL - 1991
1 Vevecos, panelas e canelas
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
2 Um índio
(Caetano Veloso)
3 Planeta Blue
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
4 Canção do sal
(Milton Nascimento)
5 Ponto de encontro
(Milton Nascimento - Zé Renato)
6 Luar do sertão
(Catullo da Paixão Cearense)
7 Brejo da Cruz
(Chico Buarque)
8 Quem é você?
(Lyle Mays - Luiz Avellas)
9 Beatriz (Chico Buarque - Edu Lobo)
10 Estrada do sol
(Dolores Duran - Tom Jobim)
11 Hello goodbye (McCartney - Lennon)


MILTON NASCIMENTO - ANGELUS - 1993
1 Seis horas da tarde
(Milton Nascimento)
2 Estrelada
(Márcio Borges - Milton Nascimento)
Participação: Jon Anderson
3 De um modo geral
(Wilson Lopes - Milton Nascimento)
4 Angelus
(Milton Nascimento)
Participação: Leonardo Bretas
5 Coisas de Minas
(Wilson Lopes - Milton Nascimento)
6 Hello goodbye
(McCartney - Lennon)
7 Sofro calado
(Régis Faria - Milton Nascimento)
Participação: Robertinho Silva
8 Clube da esquina nº 2
(Márcio Borges - Lô Borges - Milton Nascimento)
9 Meu veneno
(Ferreira Gullar - Milton Nascimento)
Participação: Naná Vasconcelos
10 Only a dream in Rio
(James Taylor)
Participação: James Taylor
11 Qualquer coisa a haver com o paraíso
(Flávio Venturini - Milton Nascimento)
Participação: Peter Gabriel
12 Vera Cruz
(Márcio Borges - Milton Nascimento)
13 Novena
(Márcio Borges - Milton Nascimento)
14 Amor amigo
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
Participação: Pat Metheny / Herbie Hancock


MILTON NASCIMENTO - AMIGO - 1995
1 Que bom amigo
(Milton Nascimento)
2 Canção da América
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
3 Eu sei que vou te amar
(Tom Jobim - Vinicius de Moraes)
4 Coração de estudante
(Wagner Tiso - Milton Nascimento)
5 Estrelada
(Márcio Borges - Milton Nascimento)
6 Veja esta canção
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
7 Simples (Nelson Ângelo)
8 O cio da terra
(Chico Buarque - Milton Nascimento)
9 Paula e Bebeto
(Caetano Veloso - Milton Nascimento)
10 Bola de meia, bola de gude
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
11 Panis angelicus
(César Frank)
12 Milagre dos peixes, suíte
(Milton Nascimento - Fernando Brant)


MILTON NASCIMENTO - NASCIMENTO - 1997
1 Louva-a-Deus
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
2 O cavaleiro
(Wilson Lopes - Milton Nascimento)
3 Guardanapos de papel
(Léo Masliah
)4 Cuerpo y alma
(Eduardo Mateo)
5 O rouxinol
(Milton Nascimento)
6 Janela para o mundo
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
7 E agora, rapaz?
(Dinho Caninana)
8 Levantados do chão
(Chico Buarque - Milton Nascimento)
9 Ana Maria
(Wayne Shorter)
10 Ol'man river
(Oscar Hammerstein - Jerome Kern)
11 Os tambores de Minas
(Márcio Borges - Milton Nascimento)
12 Biromes y servilletas
(Léo Masliah)


MILTON NASCIMENTO - TAMBORES DE MINAS - AO VIVO - 1998
1 O que foi feito devera
(M.Nascimento-F.Brant)
• O que foi feito de Vera (M.Nascimento-M.Borges)
Participação: Elis Regina
2 Cavaleiros do céu
[Riders in the sky - A cowboy legend] (S.Jones)
3 Calix Bento
(Folclore)
4 Paula e Bebeto
(C.Veloso-M.Nascimento)
5 Corsário
(A.Blanc-J.Bosco)
6 Léo
(C.Buarque-M.Nascimento)
7 Caçador de mim
(Luiz C.Sá-Sergio Magrão)
8 Ponta de Areia
(M.Nascimento-F.Brant)
9 O rouxinol
(M.Nascimento)
10 E agora, rapaz?
(Dinho Caninana)
11 Guardanapos de papel
[Birones y serwlletas] (Léo Masliah)
12 Janela para o mundo
(M.Nascimento-F.Brant)
13 Levantados do chão
(C.Buarque-M.Nascimento)
14 San Vicente
(M.Nascimento-F.Brant)
15 Nos bailes da vida
(M.Nascimento-F.Brant)
16 Os tambores de Minas
(M.Borges-M.Nascimento)
17 Canções e momentos
(M.Nascimento-F.Brant)


MILTON NASCIMENTO - CROONER - 1999
1 Aqueles olhos verdes
(Nilo Menendez-Adolfo Utrera)
2 Certas coisas
(N.Motta-L.Santos)
3 Only you
(B. Ram-A.Ram)
4 Mas que nada
(J.Ben)
Participação Bebeto (Tamba Trio)
5 Frenesi
(A.Dominguez)
6 Não sei dançar
(Alvin L)
7 Resposta
(S.Rosa-N.Reis)
Participação Lô Borges
8 Beat It (M.Jackson)
9 Se alguém telefonar
(Alcyr Pires Vermelho-Jair Amorim)
10 Rosa Maria
(Anibal Silva-Eden Silva)
Participação Os Cariocas
11 Castigo
(D.Duran)
12 Ooh child
(S.Vincent)
13 Lágrima flor
(Billy Blanco)
14 Barulho de trem
(M.Nascimento)
15 Lamento no morro
(T.Jobim-V.de Moraes)
Participação Os Cariocas
16 Pot-pourri:
• O gato da madame
(Armando Nunes-Carim Mussi)
• Edmundo (In the mood)
(J. Garland-A. Razaf-Vrs. Aloysio de Oliveira)
• Cumanã (Cumana) (B. Allen-H. Espina-R. Hillman-Vrs. A.de Oliveira)


Gil e Milton 2000
1.Sebastian
2.Duas Sanfonas
3.Ponta de Areia (Vinheta)
4.Bom Dia
5.Trovoada
6.Something
7.Maria
8.Lar Hospitalar
9.Yo Vengo a Ofrecer mi Corazón
10.Dora
11.Xica da Silva
12.Canção do Sal
13.Dinamarca
14.Palco (Vinheta)
15.Baião da Garoa


MILTON NASCIMENTO - PIETÁ - 2003
1 A feminina voz do cantor
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
2 Casa aberta
(Chico Amaral - Flávio Henrique)
Participação: Marina Machado
3 Beleza e canção
(Milton Nascimento - Fernando Brant)
Participação: Simone Guimarães
4 Tristesse
(Telo Borges - Milton Nascimento)
Participação: Maria Rita
5 Quem sabe isso quer dizer amor
(Márcio Borges - Lô Borges)
6 Imagem e semelhança
(Kiko Continentino - Milton Nascimento - Bena Lobo)
Participação: Marina Machado
7 A lágrima e o rio
(Wilson Lopes - Milton Nascimento - Ricardo Nazar)
8 Voa bicho
(Telo Borges - Márcio Borges)
Participação: Maria Rita9 Outro lugar
(Elder Costa)
10 Às vezes Deus exagera
(Bruno Nunes)
11 Cantaloupe Island
(Herbie Hancock)
12 Pietá
(Chico Amaral - Milton Nascimento)
Participação: Marina Machado
13 Beira-mar novo
(Folclore do Vale do Jequitinhonha)
Participação: Ponto de Partida / Meninos de Araçuaí
14 Meninos de Araçuaí
(Telo Borges - Milton Nascimento)
15 Boa noite
(Chico Amaral - Milton Nascimento)
Participação: Simone Guimarães
16 Vozes do vento
(Kiko Continentino - Milton Nascimento)
Participação: Simone Guimarães / Marina Machado / Maria Rita

ERIC CLAPTON

Derek and the Dominos: The Layla Sessions (box set)

The Layla Sessions: 20th Anniversary Edition (ou The Layla Sessions) é uma re-edição de "Layla and Other Assorted Love Songs", álbum de Derek and the Dominos, lançado originalmente em 1970. A caixa, com três CDs, contém material remixado a partir do álbum original e músicas inéditas e não utilizadas, além de uma jam realizada no estúdio durante as gravações.

Line-up:
Eric Clapton - guitars, lead Vocal
Bobby Whitlock - organ, piano, vocals, acoustic guitar
Jim Gordon - drums, percussion, piano
Carl Radle - bass, percussion
Duane Allman - guitars (special guest)




Layla & Other Assorted Love Songs
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Alternative Masters, Jams and Outtakes
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The Jams
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Eric Clapton: Crossroads (box set) Crossroads é um "box set" com a coletânea, lançada em 1988, que abrange as gravações de Eric Clapton realizadas entre 1963 e 1987. Incluindo seu trabalho em todos as bandas que participou (Yardbirds, John Mayall's Blues Breakers, Cream, Blind Faith, Delaney, Bonnie & Friends, and Derek and the Dominos), além de sua longa e variada carreira solo, os quatro CDs (ou seis LPs) dá uma idéia de seu trabalho em mais de vinte anos. Nela pode-se ouvir clássicos como "Layla", "Blues Power", "After Midnight", "Further On Up the Road", "Crossroads" e "I Shot the Sheriff", bem como muitos outras músicas que não foram lançadas previamente ou gravações alternativas de estúdio.


Yardbirds line-up:
Keith Relf - lead vocals, harmonica
Eric Clapton - lead guitar
Chris Dreja - rhythm guitar
Paul Samwell-Smith - bass, backing vocals
Jim McCarty - drums, backing vocals

John Mayall & the Bluesbreakers line-up:
John Mayall - Lead Vocals, Hammond, Guitar, Harmonica
Eric Clapton - Lead/Backing Vocals, Lead Guitar
John McVie - Bass Guitar
Hughie Flint - Drums
Gus Dudgeon - sound engineer
Mike Vernon - producer

Cream line-up:
Eric Clapton - guitar, vocals
Jack Bruce - bass guitar,keyboards, vocals
Ginger Baker - drums, percussion

Blind Faith line-up:
Eric Clapton - guitar, vocals
Steve Winwood - organ, bass, guitar, piano, keyboard, vocals
Ginger Baker - percussion, drums
Ric Grech - bass, violin, vocals

Delaney, Bonnie & Friends line-up:
Delaney Bramlett - vocals, guitar
Bonnie Bramlett - Vocals
Eric Clapton - guitar
Dave Manson - guitar
Bobby Whitlock - keyboards
Carl Radle - bass
Jim Gordon - drums
Jim Price - trumpet
Bobby Keys - sax
Tex Johnson - percussion
Rita Coolidge - vocals

Derek and the Dominos line-up:
Eric Clapton - vocals, guitar
Bobby Whitlock - organ, piano, vocals
Carl Radle - bass
Jim Gordon - drums, piano
Duanne Allman - guitar (on Layla)


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Oito anos depois do lançamento de Crossroads, a PolyGram lança, em 1996, outra caixa com quatro CDs de Eric Clapton, intitulada "Crossroads 2 - Live In The Seventies". Como o título indica, os CDs estão focados em shows dos anos 70, incluindo 31 performances, sendo 26 delas inéditas. Quatro faixas adicionais, também inéditas, gravadas em estúdio, iniciam e terminam o set. Os detaques são: "Badge," "Crossroads," "Can't Find My Way Home," "Cocaine," "Wonderful Tonight," e "Layla."

Os shows:
Criteria Studios, Miami Florida - Maio 1974
(CD 1 track 1)

Long Beach Arena, Long Beach, California - Julho 1974
(CD 1 tracks 2, 3, 4, 5 e 6)

Hammermith Odeon, London - Dezembro 1974
(CD 1 tracks 7, 8 e 9)

Providence Civic Center, Providence, Rhode Island - Junho 1975
(CD 2 tracks 1, 2, 5 e 6)

Nassau Coliseum, Uniondale, New York - Junho 1975
(Cd 2 tracks 3 e 4)

Hammermith Odeon, London - Abril 1977
(CD 3 tracks 1, 2, e 3)

Civic Auditorium, Santa Monica, California - Fevereiro 1978
(CD 3 tracks 4, 5, 6 , 7, e 8)

Civic Center, Savannah, Georgia - Março 1978
(CD3 track 9)

Victoria Hall, Hanley - Novembro 1978
(CD 4 tracks 1, 2, 4, 7 e 8)

Apollo Theatre, Glasglow - Novembro 1978
(CD 4 tracks 3, 5 e 6)

Olympic Sound Studios, London - Dezembro 1978
(CD 4 tracks 9, 10 e 11)

Line-up:
Eric Clapton - guitar, vocals
George Terry - guitar
Dick Sins - keyboards
Carl Radle - bass
Jamie Oldaker - drums
Yvone Elliman - backing vocals
Marcy Levy - backing vocals
Sergio Pastore - percussion
Dave Marquee - bass (CD 4 tracks 9, 10 e 11)
Henry Spinetti - drums (CD 4 tracks 9, 10 e 11)


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Eric Clapton

Laidback (Do Not Disturb! Going Solo)
Live at Nassau Coliseum, Uniondale, New York, June 30 and September 29, 1974.



O combustível que alimentava a banda de Eric Clapton durante o ano de 1974 era o álcool. Clapton bebia pesado e tocava meio errático, mas muito bom de se ver e ouvir. Para o bem de todos, praticamente, cada show era gravado. O que Clapton tocava em 74 era uma extensão do período em que esteve no Derek & The Dominoes (o álbum Layla) e algumas novas canções do novo álbum "461 Ocean Boulevard" e, como em quase todo concerto, uma breve mas sincera releitura de sua composição com George Harrison: "Badge". A "jam" de "Badge" terminava cada noite com o côro de "where is my band?" - uma lembrança do Cream. Clapton incluía o ritmo reggae de "Willie And The Hand Jive" e "I Shot The Sheriff"; quando queria ser mais pesado, "Crossroads". Há números de blues e gospel como "Can't Find My Way Home", "Presence Of The Lord" e "Blues Power". Naturalmente, havia a obrigação de incluir a última descoberta da gravadora Polydor, a cantora Yvonne Elliman para dividir os vocais. De qualquer maneira, Clapton é um perfeito cavalheiro.


Quando chegou a hora de lançar um novo álbum ao vivo, a Polydor ordenou que a próxima turnê (1975) fosse gravada e pegou algumas faixas para fazer o "E.C. Was Here". As gravações dos concertos de 1974 permaneceram guardadas. 10 anos depois apareceram alguns "bootleg" na Europa e no Japão.

Apesar de todas as festas, Clapton não estava sempre bêbado. Os shows não projetam a nova direção que ele estava tomando. Os shows de 74 estão no passado de Clapton. Os trabalhos após "461 Ocean Boulevard" mostram-no tomando o controle da sua carreira e aproximando-se mais de suas raízes musicais.


Desde o Just One Night, eu não curtia tanto um trabalho do Eric Clapton, como estou curtindo este. Recomendo que baixem e ouçam.


Disco I (30/06/74)
01 - Easy Now
02 - Let it Grow
03 - Can't Find My Way Home
04 - Let It Rain
05 - Key To The Highway
06 - Badge
07 - Little Wing
08 - Mainline Florida
09 - Tell The Truth

Jukebox (pt.1)


Disco II (30/06/74)
01 - Blues Power
02 - Have You Ever Loved A Woman
03 - Little Queenie
04 - Willie And The Hand Jive
05 - Get Ready
06 - Crossroads
07 - Layla
08 - Presence Of The Lord
Jukebox (pt.2)


Disco III (29/09/74)
01 - Better Make It Through Today
02 - Can't Find My Way Home
03 - Let It Rain
04 - Little Wing
05 - Singing The Blues
06 - I Shot The Sheriff
07 - Tell The Truth
08 - The Sky Is Crying
Jukebox (pt.3)


Disco IV (29/09/74)
01 - Badge
02 - Little Rachel
03 - Willie And The Hand Jive
04 - Get Ready
05 - Blues Power

Jukebox (pt.4)

Senha: lagrimapsicodelica


Formação:
Eric Clapton - guitar, vocals
Jamie Oldaker - drums
Dick Sims - keyboards
Carl Radle - bass
George Terry - guitar
Yvonne Elliman - vocals

sábado, 14 de abril de 2007

TOM ZÉ


1. São São Paulo
2. Curso intensivo de boas maneiras
3. Glória
4. Namorinho de portão
5. Catecismo, creme dental e eu
6. Camelô
7. Não buzine que eu estou paquerando
8. Profissão de ladrão
9. Sem entrada e sem mais nada
10. Parque industrial
11. Quero sambar meu bem
12. Sabor de burrice

Jukebox


Este disco é uma preciosidade. Seu relançamento deve ser festejado como a descoberta de um tesouro - senão perdido - esquecido, enterrado e abandonado. Injusta e injustificadamente abandonado. E no entanto, trata-se de uma obra-prima - e primeira - de um criador singular, esse mestre de invenções e intervenções artísticas chamado Tom Zé. Um disco digno de ser enfim reconhecido como representativo do tropicalismo, assim como os demais, conhecidos, do movimento: os individuais de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Os Mutantes, além do coletivo. Da companhia destes, "Tom Zé" havia sido alijado, ao sair de circulação.
Como eles, foi gravado, em 1968, sob o signo da revolução e da liberdade criativa. Suas composições expõem as marcas - tipicamente tropicalistas - da surpresa e do sincretismo. Compassos se alternam, dão-se mudanças às vezes radicais de andamento. Estruturas por colagem e/ou montagem, as canções, fracionadas, misturam ritmos (exemplo: iê-iê-iê e música sertaneja, em "Sabor de Burrice), instaurando inesperadas atmosferas em uma mesma faixa. Tudo ilustrado paralelamente pelos arranjos. Estes desempanham papel fundamental no encontro entre música popular e erudita contemporânea que o disco promove. Criados por Damiano Cozzela e Sandino Hohagen, maestros do grupo música nova, combinam elementos díspares - do folclore ao rock - num trabalho ao mesmo tempo antenado com a vanguarda e enraizado na tradição. As instumentações são inusuais. Um arsenal de ruídos - sinos, buzinas, despertadores - e sons variados - aleatórios, de fanfarras, etc - é convocado. Incorporam-se cacos, acasos, erros, além de narrações, conversas e discursos, sem contar vocais onomatopéicos. Resultado: cada faixa se torna um acontecimento sonoro-musical. Mais relevante ainda talvez seja a forma como os arranjos se relacionam com as letras, como replicam às suas instigações, criando os climas por elas requeridos. Examine-se um detalhe de "Sem Entrada e Sem Mais Nada", por exemplo. Num dado trecho, acordes deliberadamente cafonas são tocados para comentar a expressão "cinco letras que choram", verso que, na canção, está se referindo a "FIADO" e também parodiando (no nível melódico inclusive) um antigo sucesso homônimo de Francisco Alves, co-intituladao "Adeus". Importante, a propósito das citações, é que elas são sempre pertinentes, nunca gratuitas. E, mais do que serem várias, chama a atenção o leque de sua livre diversidade: do samba "Upa Neguinho" (em "Quero Sambar, Meu Bem") ao hino "Deus Salve a América" (na introdução de "Parque Industrial"), de "Cai, Cai, Balão" ao iê-iê-iê brega "Bom Rapaz" (em "Namorinho de Portão"). No centro de tudo, encontra-se naturalmente Tom Zé, singularizando-se já por suas qualidades de cantor - cujas interpretações assinalam, inteligentemente, o tom paródico e/ou irônico dos textos. De compositor - com uma formação sofisticada para um autor de canções à época, revelando conhecimentos hauridos no campo erudito. De músico - aberto a experimentações. De artista - com proposta e postura nova e ousada. De letrista - de versos provocativos, gozativos, satiricamente críticos. Mais intensamente do que os damais poetas do tropicalismo - Caetano, Gil , Capinan e Torquato Neto -, Tom Zé usa e abusa de uma linguagem carregada de mordacidade e de tipo coloquial-irônico. Nesse sentido, ele foi o Tristan Corbiére do movimento. Como resistir ao humor de versos como: "Entrei na liquidação/ Saí quase liquidado"? ou a estes, desconcertantes: "Pois um anjo do cinema/ já revelou que o futuro/ da família brasileira/ será o hálito puro,.../Ah"!? ou à força do refrão de "Glória"? E há aqueles ainda que fazem uma declaração de princípios poéticos, valendo por um lema estético a ser seguido: "Quero sambar meu bem/ (...)/ Não quero é vender flores nem saudade perfumada/ (...) / Mas eu não quero andar na fossa/ cultivando tradição embalsamada".
No disco, não há uma só música que não seja característicamente crítica. Nem "São São Paulo, Meu Amor" - ode? - escapa a isso. E a vei satírica de Tom Zé investe implacavelmente contra vários alvos. Eis alguns deles. O capitalismo, na imagem do homem de negócios (em "Não Buzine que Eu Estou Paquerando"). A burguesia, ridicularizada em sua moral, seus hábitos e aspirações, na figura do chefe de família ("Glória"). A sociedade de consumo e as imagens-símbolo, publicitárias, do consumo ("Catecismo, Creme Dental e Eu" e "Parque Industrial"). As convenções, sociais e comportamentais ("Curso Intensivo de Boas Maneiras"), bem como as linguísticas ("Sabor de Burrice"): nesse último caso, a própria letra assume um discurso retórico-acadêmico, num emprego consciente do mau gosto para efeito crítico. Em suma, o que Tom Zé não poupa é o limitado horizonte espiritual de sistemas e estilo de vida vazios e, com estes, seus praticantes. Tais fatores de fundo, aliado aos componentes formais do disco, colaboram para fazer dele uma obra audaciosa e desafiadora, de alguém que reúne senso crítico e estético; um homem sertanejo de origem e forte de caráter, que se tornou um artista urbano e moderno (e que assim, acabou fazendo a "ligação direta [...] entre o rural e o experimental" para lembrar as palavras de Caetano sobre ele em "Verdade Tropical").
Agora, o Brasil passa a dispor, finalmente em CD, de mais um trabalho seu a servir de informação cultural qualitativa para as novas gerações. E os norte-americanos, os jovens em especial, já poderão contar com a referência de mais uma "nova" obra de relevo da escola de vanguarda que. para alguns deles, o tropicalismo se tornou.

Texto de Carlos Rennó, encartado no relançamento em CD.

1970 Tom Zé

1. Lá vem a onda
2. Guindaste à rigor
3. Distância
4. Dulcinéia popular brasileira
5. Qualquer bobagem
6. O Riso e a faca
7. Jimi renda-se
8. Me dá me dê me diz
9. Passageiro
10. Escolinha de Robô
11. Jeitinho dela
12. A gravata

Jukebox

1972 Se o Caso é Chorar

1. Happy end
2. Frevo
3. A babá
4. Menina, amanhã de manhã (O sonho voltou)
5. Dor e dor
6. Senhor cidadão
7. A briga do edifício Itália com o Hilton Hotel
8. O anfitrião
9. O abacaxi de Irará
10. O sândalo
11. Se o caso é chorar
12. Sonho colorido de um pintor

Jukebox


1973 Todos os Olhos

1. Complexo de épico
2. A noite do meu bem
3. Cademar
4. Todos os olhos
5. Dodó e Zezé
6. Quando eu era sem ninguém
7. Brigitte Bardot
8. Augusta, Angélica e Consolação
9. Botaram tanta fumaça
10. O riso e a faca
11. Um oh e um ah
12. Complexo de épico (Reprise)

Jukebox

1976 Estudando o Samba

1. Mã
2. A felicidade
3. Toc
4. Tô
5. Vai (Menina amanhã de manhã)
6. Ui! (Você inventa)
7. Doi
8. Mãe (Mãe solteira)
9. Hein?
10. Só (Solidão)
11. Se
12. Índice

‘Estudando o Samba’, é o disco que David Byrne encontrou numa prateleira de samba, devido à falta de conhecimento de um funcionário de uma loja de discos.

David Byrne ficou tão impressionado com a inventividade de Tom Zé, que procurou por esse artista com uma dúvida na cabeça: “Como um país que tem um artista como Tom Zé, mas ninguém conhece esse artista?”.

Jukebox

1978 Correio da estação do Brás

1. Menina Jesus
2. Morena
3. Correio da estação do Brás
4. Carta
5. Pecado original
6. Lavagem da igreja de Irará
7. Pecado, rifa e revista
8. A volta da xanduzina
9. Amor de estrada
10. Lá vem cuíca
11. Na parada de sucesso

Jukebox

Tom Zé estava relegado ao circuito universitário, onde fazia apresentações esporádicas sozinho ao violão. Pois é dessa época, de ostracismo, que é o disco ‘No Jardim da Política’. Assim como o álbum ‘Nave Maria’.

1984 Nave Maria

1. Nave Maria
2. Moamar no mundo
3. Su su menino Mandú
4. Cilindrada
5. Identificação
6. Neném gravidez
7. Acalanto nuclear
8. Conto de fraldas
9. Mestre sala
10. Teu olhar

Jukebox

1985 No Jardim da Política

1. No jardim da política (Introdução)
2. Democracia
3. Sobre a liberdade
4. No jardim da política
5. Classe operária
6. Desafio do bóia-fria (Folclore)
7. Marcha partido
8. Figura nacional
9. Dólar
10. Vá tomar
11. Minha carta

Jukebox

Os álbuns 'Hips of Traditions" e 'Com Defeito de Fabricação', foram os dois discos que marcaram o retorno de Tom Zé aos palcos e sua volta por cima.

1992 Hips of Traditions

1. Ogodô, ano 2000
2. Sem a letra A
3. Feira de Santana
4. Sofro de juventude
5. Cortina 1
6. Ta-hí
7. Iracema
8. Fliperama
9. O amor é velho-menina
10. Cortina 2
11. Tatuarambá
12. Jingle do disco
13. Lua-gira-sol
14. Cortina 3
15. Multiplicar-se única
16. Cortina 4
17. O pão nosso de cada mês
18. Amar

O disco produzido por David Byrne

Jukebox

Tom Zé gravou duas trilhas para espetáculos do Grupo Corpo. Esta é a 1ª: 'Parabelo', com José Miguel Wisnik.


1997 Parabelo (& Zé Miguel Wisnik)


1. Emerê
2. Emoremê
3. Assum branco
4. Baião velho
5. Uauá
6. Canudos
7. Bendegó
8. Cego com cego
9. Xique-xique

Jukebox


1998 Com Defeito de Fabricação

1. Defeito 1 - O gene
2. Defeito 2 - Curiosidade
3. Defeito 3 - Politicar
4. Defeito 4 - Emerê
5. Defeito 5 - O olho do lago
6. Defeito 6 - Esteticar
7. Defeito 7 - Dançar
8. Defeito 8 – ONU: Vendem-se armas
9. Defeito 9 - Juventude javali
10. Defeito 10 - Cedotardar
11. Defeito 11 - Tangolomango
12. Defeito 12 - Valsar
13. Defeito 13 - Burrice
14. Defeito 14 – Xique-xique

Jukebox

No disco ‘Postmodern Platos’, Tom Zé é remixado por diversos músicos renomados como Amon Tobin e Sean Ono Lennon. Todas as músicas são oriundas do disco ‘Com Defeito de Fabricação’ e do ‘Parabelo’.

1999 Postmodern Platos

1. Curiosidade (High Llamas remix)
2. Curiosidade (John McEntire remix)
3. O olho do lago (Sean Lennon remix)
4. Curiosidade (Amon Tobin remix)
5. O gene (Gene to Gene remix)
6. Canudos


Jukebox



Em ‘Jogos de Armar’ Tom Zé lançou um álbum com um disco auxiliar, que serviria para qualquer um que estivesse a fim de tocar junto com a banda do Tom Zé. Era só ouvir o disco e pegar seus instrumentos para tocar no silêncio deixado no meio das faixas, que eram as mesmas do disco.

2000 Jogos de Armar

1. Passagem de som
2. Peixe viva (Iê-quitinguelê)
3. Jimi renda-se/ Moeda falsa
4. Chamegá
5. Desafio
6. Pisa na fulo
7. Asa branca
8. Conto de fraldas
9. Medo de mulher
10. O pib da pib (Prostiuir)
11. Cafuas, guetos e santuários
12. A chegada de Raul Seixas e Lampião no FMI
13. Perisséia
14. Sonhar

Jukebox
Jukebox (Disco Auxiliar)

'Santagustin', gravado em parceria com Gilberto Assis, é a 2ª das trilhas para espetáculos do Grupo Corpo'.

2002 Santagustin (& Gilberto Assis)

1. Marco da era
2. Ayres da Mantiqueira
3. Nogueira do monte
4. Moura-Sion
5. Pixinguim-rasqueira e outras
6. Ciro-gberto
7. Bate-boca

Jukebox (pt.1)
Jukebox (pt.2)

Produzido por Jair Oliveira, o disco ‘Imprensa Cantada’ traz um Tom Zé preocupado com as questões sobre a paz.

2003 Imprensa Cantada

1. Dona Divergência
2. Companheiro Bush
3. Requerimento à censura
4. Desenrock-se
5. Interlagos F1
6. 1, 2, identificação
7. Urgente, pela paz
8. Sem saia, sem cera, censura
9. Vaia de bêbado
10. Língua brasileira
11. Vaia de bêbado (Instrumental)
12. São São Paulo
13. Você é o mel
14. Bate boca

Jukebox

Tom Zé se reinventou mais uma vez com esse disco e mostrou um lado sensível ao compor uma obra em homenagem à mulher. Ele buscou mais uma vez a produção de Jair Oliveira para realizar essa opereta sobre a segregação da mulher.

Nesse disco há participações de Zélia Duncan, Edson Cordeiro, Luciana Melo e Patrícia Marx. Com esse disco, Tom Zé propôs uma continuação de sua obra mais famosa, o ‘Estudando o Samba’, que foi o disco que David Byrne, dos ‘Talking Heads’, descobriu o som de Tom Zé e reapresentou-o ao mundo.

2005 Estudando o Pagode (Na Opereta Segregamulher e Amor)

1. Ave dor Maria
2. Estúpido rapaz
3. Proposta de amor
4. Quero pensar (A mulher de Bath)
5. Mulher navio negreiro
6. Pagode-enredo dos tempos do medo
7. Canção da nora (Casa de bonecas)
8. O Amor é um rock
9. Duas opiniões
10. Elaeu
11. Vibração da carne
12. Para pá do Pará
13. Prazer carnal
14. Teatro (Dom Quixote)
15. A volta do trem das onze
16. Beatles a granel

Jukebox

2006 Danç-Êh-Sá (Dança dos Herdeiros do Sacrifício)

1. Uai uai (Revolta Queto-Xambá 1832)
2. Atchim (Revolta Paiaiá 1673)
3. Triu-trii (Revolta Malê 1835)
4. Cara-cuá (Revolta Nagô-Oió 1830)
5. Acum-mahá (Revolta Jege-Mina-Fon 1834)
6. Taka-tá (Revolta Banta 1910)
7. Abrindo as urnas (Encourados De Pedrão 1823)

Jukebox



O disco novo, gravado ao vivo em cima do material do ‘Danç-Êh-Sá (Dança dos Herdeiros do Sacrifício)’.

Esse disco foi mal compreendido pela maioria da audiência, que complexidade das harmonias e da simplicidade das letras. Não existem letras com significados, mas onomatopéias que servem para fazer contraponto às melodias criadas pelo Tom Zé.

É exatamente isso que torna o disco tão genial. A complexidade das harmonias do Tom Zé com as letras em onomatopéias tornam o disco internacional. Fazem com que qualquer pessoa do planeta possa apreciar o Tom Zé com toda sua complexidade.

E o disco novo do Tom Zé ainda nem chegou nas lojas especializadas, mas já foi lançado virtualmente pela Trama, gravadora do artista.

Nesse disco, Tom Zé brinda o ouvinte com as músicas do disco ‘Danç-Êh-Sá’ e mais um versão onomatopéica para ‘Xique-xique’, música que compôs em parceria de José Miguel Wisnik para a trilha do espetáculo ‘Parabelo’ do Grupo Corpo. Essa mesma música saiu em versão editada no disco ‘Com Defeito de Fabricação’ de Tom Zé.

As músicas são versões com o peso de um espetáculo ao vivo, muito bem gravado. No princípio pode causar estranheza, mas no decorrer da audição percebe-se a genialidade de Tom Zé. Que privilégio dever ser para esses músicos tocar com Tom Zé. Os privilegiados são Jarbas Mariz no vocal, viola de 12 cordas, cavaquinho e percussão; Cristina Carneiro no vocal e teclado; Daniel Maia no vocal e baixo; Sérgio Caetano na guitarra; Lauro Léllis na bateria e Luanda nos vocais.

Tom Zé é um artista sem igual. É o único que mantém ligação forte com os princípios do Tropicalismo, movimento que fez parte junto com Caetano e Gil. Enquanto os outros baianos ilustres dedicam-se à música popular, Tom Zé continua inventando e inovando, que era o fundamento básico do movimento dos anos 60.

Tom Zé sempre esteve muito próximo da cultura popular e suas manifestações, apesar das músicas cheias de contrapontos e melodias difíceis de assimilação. A prova disso são as respostas de Tom Zé quando perguntado sobre as ditas manifestações populares, como o funk carioca, que ele chamou de ‘micro-tonal, pluri-semiótico e meta-refrão’, e que segundo ele foi uma grande influência para fazer esse disco ‘Danç-Êh-Sá’.


2008 Danç-Êh-Sá (Dança dos Herdeiros do Sacrifício - O Fim da Canção) Ao Vivo

1. Acum-mahá
2. Atchim
3. Uai uai
4. Triu-trii
5. Taka-tá
6. Cara-cuá
7. Abrindo as urnas
8. Xique-xique

Jukebox



JARDS MACALÉ


Cantor, violonista, compositor, arranjador e ator, o carioca Jards Anet da Silva viveu desde cedo em meio à música, seja ouvindo, tocando ou estudando, chegando a trabalhar como copista do maestro Severino Araújo. No futebol, porém, era uma negação: ganhou dos amigos de pelada o apelido de Macalé em "homenagem" ao pior jogador do Botafogo da época. Amigo dos músicos baianos, em 1966 dirigiu um show de Maria Bethânia. Acompanhou de perto o Tropicalismo e, em 1969, entrou sob vaias no IV Festival Internacional da Canção, numa teatral apresentação do rock "Gotham City". Em 1970, Macalé foi a Londres em encontro dos baianos exilados. Com músicas gravadas por Gal Costa ("Hotel das Estrelas", "Vapor Barato"), Maria Bethânia ("Anjo Exterminado" e "Movimento dos Barcos") e Clara Nunes ("O Mais-Que-Perfeito"), resolveu fazer, na volta para o Brasil, seu primeiro LP solo, "Jards Macalé" (1972). No ano seguinte, gravou ao vivo, com vários artistas, o "Banquete dos Mendigos", disco duplo para comemorar o 25º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Censurado, o álbum só saiu anos mais tarde. Em 1974, Macalé lançou o LP "Aprender a Nadar", apresentando a linha de morbeza (morbidez + beleza) romântica do parceiro Waly Salomão. Num dos vários lances de irreverência de sua carreira, alugou uma das barcas da Cantareira para fazer o lançamento do disco e terminou o show jogando-se no mar.Biografia: Cliquemusic
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Jards Macalé (1972)
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capas

Phonogram 6349 045

01 Farinha do desprezo (Capinan - Jards Macalé)
02 Revendo amigos (Jards Macalé-Waly Salomão)
03 Mal secreto (Jards Macalé-Waly Salomão)
04 78 Rotações (Capinan-Jards Macalé)
05 Movimento dos barcos (Capinan-Jards Macalé)
06 Meu amor me agarra & geme & treme & chora & mata (Capinan-Jards Macalé)
07 Let's play that (Jards Macalé-Torquato Neto)
08 Farrapo humano (Luiz Melodia)
......A morte (Gilberto Gil)
09 Hotel das estrelas (Duda-Jards Macalé)

Jards Macalé - vocal, acoust guitar
Lanny Gordin - electric bass, guitar
Tuti Moreno - drums

arranged by Jards Macale, Lanny Gordin, Tuti Moreno





Jards Macalé - Aprender a Nadar (1974)
01. Jards Anet da Vida
02. Dois Corações / No Meio do Mato / O Faquir da Dor / Ruas Real Grandeza / Pam Pam Pam
03. Imagens
04. Anjo Exterminado
05. Dona de Castelo
06. Mambo da Cantareira
07. E Dai?
08. Orora Analfabeta
09. Senhor dos Sábados
10. Boneca Semiótica

Aprender a nadar, segundo disco de Jards, foi sua tentativa de arranhar as paradas de sucesso. Foi algo que ele até conseguiu e que lhe valeu alguma - boa - mídia, mas não o suficiente para livrá-lo da pecha de "maldito", de anti-comercial.
Apesar da pouca vendagem do primeiro disco, a Philips decidiu manter o contrato do cantor, que aproveitou para gravar um álbum bem menos "econômico", com arranjos mais elaborados - ao contrário do primeiro, no qual se restringia a um grupo básico. Em Aprender a nadar, aparecem músicos de estúdio como Wagner Tiso (arranjos, piano), Robertinho Silva (bateria), Rubão Sabino (baixo) e Ion Muniz (flauta), além de um regional que inclui os experientes Canhoto (cavaquinho) e Dino Sete Cordas (violão). Concebido ao lado de Waly Salomão (que usava a alcunha lisérgica de Wally Sailormoon) era um disco conceitual, com faixas que tratavam de uma certa "linha de morbeza romântica" - morbeza, um neologismo inventado por Waly, era uma mistura de morbidez e beleza, que ele definia como "uma idéia para identificar uma linha de ação, como uma estratégia da qual depois se larga e se busca outra". Tal idéia esteve por trás de pelo menos quatro faixas do disco, "O Faquir da Dor", "Rua Real Grandeza", "Anjo Exterminado" (gravada numa versão mais radiofônica por Maria Bethânia no disco Drama) e "Dona do Castelo", como uma retomada, sob um viés tropicalizado, da antiga dor-de-cotovelo. Músicas antigas do estilo - ou aproximadas a ele - eram revisitadas em algumas regravações, como "Imagens", de Orestes Barbosa (quase uma pré-psicodelia, em versos estranhos como "a lua é gema do ovo/no copo azul lá do céu.../o beijo é fósforo aceso/na palha seca do amor"). O maior sucesso do LP, no entanto, foi a regravação do clássico "Mambo da Cantareira", antigo sucesso de Gordurinha - que serviu de pretexto para Macalé alugar uma barca da travessia Rio-Niterói e pular na baía de Guanabara ao som da música, na festa de lançamento do álbum. "Orora analfabeta", outro grande sucesso de Gordurinha, cuja letra sacaneava a ignorância das elites, também estava no LP, e também fez sucesso (os versos iniciais são inesquecíveis: "Conheci uma dona boa lá em Cascadura...").O lado experimental do disco ficava por conta de estranhas vinhetas, como as cinematográficas "Jards Anet da Vida", "No meio do mato" e "O faquir da dor", além da interface música-artes plásticas-cinema, que encontrava seu desvelo na arte da capa e do encarte (com fotogramas de Kakodddevrydo, filme de Luís Carlos Lacerda) e na dedicatória a Lygia Clark e Hélio Oiticica.
Numa época em que o barato era freqüentar Ipanema, Jards homenageava um dos pedaços mais suburbanos da zona sul carioca ("Rua Real Grandeza", finalizada com uma engraçada vinheta baseada em "Pam-Pam-Pam", de Paulo da Portela, na qual Wally "tocava" chaves e porta). O disco ainda apresentava o poeta underground Ricardo Chacal, lendária figura da vida cultural carioca - até hoje, aliás - ao mundo da música, como letrista de "Boneca semiótica", composta com Macalé, Duda e o multi-homem baiano Rogério Duarte.

Texto de Ricardo Schott.

(1974) O Banquete dos Mendigos

(1977) Contrastes


quinta-feira, 12 de abril de 2007

A BOLHA


É incrível a história de A Bôlha, que iniciando como The Bubbles, passou de um mero conjunto de bailes da zona sul do Rio de Janeiro, para se tornar no período de quatro anos em um dos melhores e mais pesados conjuntos de bailes do seu estado. Depois, arriscaram tudo e deram o salto, investindo mesmo contra os conselhos de empresários, em repertório e imagem própria. Tornam-se então A Bôlha, que com algumas mudanças cruciais de integrantes, pavimentam o caminho para futuras bandas como Modulo 1000 e Veludo Elétrico, além de seus integrantes fundarem posteriormente outras bandas de maior êxito comercial como Herva Doce e Hanoi Hanoi.

A história de A Bôlha começa com as aspirações musicais dos irmãos Cesar e Renato Ladeira. Em uma viagem com os país aos Estados Unidos, os dois adolescentes se vêm pegos em meio ao turbilhão da Beatlemania. Com noções de violão, passam a se dedicar ao instrumento com mais afinco. Com a intenção fixa de formar um conjunto, encontram nos irmãos Lincoln e Ricardo Bittencourt a formação ideal. Nasce portanto, The Bubbles.

The Bubbles (65-70)

Renato Fronzi Ladeira - guitarra, teclados e vocais
Cesar Fronzi Ladeira - guitarra
Lincoln Bittencourt - baixo
Ricardo Roriz - bateria

O próximo passo foi eletrificar a banda, todos investindo em guitarras elétricas, além do infalível órgão Farfisa. Junto com Renato e Seus Blue Caps, The Fevers, The Clevers e outros daquele período, The Bubbles tornam-se uma boa e respeitável banda de baile, atuando em clubes sociais e festas escolares. Com um repertório típico dos conjuntos de baile da época, oferecem horas de agito nos sábados com fartas dosagens de Rolling Stones, Beatles, no melhor estilo Iê- Iê- Iê. Com um contrato com a Musidisc, lançam os compactos “Não Vou Cortar o Cabelo” que é uma versão em portugues de "Break It All" do The Shakers. O lado B segue a mesma logica, oferecendo uma versão de “Get Off My Cloud” dos Rolling Stones chamado “Porque Sou Tão Feio.”

A popularidade do grupo vai crescendo, assim como a habilidade do conjunto de imitar com mais afinco, a sonoridade de suas bandas prediletas. Essencialmente uma banda de zona sul, passam rapidamente a cobrir e ser aceitos também na zona norte e subúrdios. O repertório passa a ficar cada vez mais diversificado, mudando conforme os tempos. Em 1968, o irmão mais velho Cesar Ladeira deixa The Bubbles para se dedicar aos estudos. Acabaria se formando e seguindo uma vida próspera trabalhando na Bolsa de Valores. Em seu lugar veio Pedro Lima, um guitarrista com um gosto por rock mais pesado. Não demoraria para Lincoln Bittencourt também deixar o grupo, sendo substituído então por Arnaldo Brandão de dezoito anos, que tocava na banda The Divers.

Com a nova formação, The Bubbles se transformava em um conjunto bem mais pesado. Seu repertório passava a incluir Cream, Hendrix, e mais tarde Grand Funk e Black Sabbath. Ainda basicamente um conjunto de baile, e portanto limitados a tocar conforme a exigência do mercado, foram cada vez se apresentando menos na zona sul e se concentrando mais na zona norte e subúrbio do Rio de Janeiro. Por saber identificar com perfeição as necessidades de seu público, que é essencialmente manter um pique de agito para a galera poder dançar e sarrar apesar de todas as suas frustrações da semana, The Bubbles rapidamente passou a ser identificado como uma das melhores e mais respeitadas bandas de baile da cidade.

De uma banda capaz de atrair facilmente cerca de trezentos a quatrocentas pessoas em apresentações em colegios, para atrair quinhentas a mil e quinhentas pessoas em bailes, The Bubbles já atraem por volta de cinco mil pessoas em apresentações nos fins de semana. Em 1970, são contratados como banda da cantora Gal Costa, em show dirigido por Jards Macalé e Hélio Oiticica. Em meados do mesmo ano, visitam Caetano e Gil na Inglaterra durante o periodo de exilio dos dois baianos. Enquanto lá, assistem o festival na Ilha de Wight, serie de apresentações que terá grande impacto sobre a banda e influência na música que passarão a fazer dali em diante. Ao retornar para o Brasil, mudam a referência musical da banda passando a ser mais voltados ao blues-rock pesado. Começam também a compor seu próprio material. Pouco depois, mudam de nome e passam a se chamar A Bôlha.

A Bôlha (70-78)

Renato Fronzi Ladeira - guitarra, teclados e vocais
Pedro Lima - guitarra
Arnaldo Brandão - baixo
Ricardo Bittencourt - bateria

O primeiro show do A Bôlha foi em Niteroi para um público de quinhentas pessoas. Tudo em relação à banda pegou todos no baile de surpresa. A diretoria do clube promoveu a noitada como The Bubbles direto de Ilha de Wight, ignorando completamente a informação dada com antecedência de que a banda havia mudado de nome. E durante o show, tocando apenas o repertório novo, que por sinal eram composições novas que ninguém conhecia. O resultado foi desastroso com um período de vaias seguidos por abandono do salão. Ao final do show, haviam menos de quinhentos marmanjos assistindo curiosos enquanto suas namoradas resmungavam. Ninguém dançou.

Passaram a tentar se apresentar em teatros porém o dinheiro arrecadado na bilheteria muitas vezes mal dava para pagar o alugel do local. A aceitação da nova proposta da banda e novo repertório, eram nestas ocasiões bem maior, porém o grande público de A Bôlha continuava sendo o público de bailes, querendo dançar nos sábados a noite.

O sucesso financeiro encontrado através dos bailes fez com que seus integrantes fossem acostumados a um certo nível de comforto. Compraram no passado móveis e imóveis, e prestações precisavam ser pagas. Uma realidade de mercado obrigou a banda a rever suas concepções iniciais. Procuram um meio termo montando um repertório híbrido e banindo várias das canções novas do grupo em palco. Ao mesmo tempo, procuravam aproveitar os ensaios para os aperfeiçoar cada vez mais.

Surge então a oportunidade da primeiras sessões de gravação profissionais. Lançam assim em 1971, um compacto simples pela gravadora Top Tape com as músicas, “Sem Nada”/“Dezoito e Trinta.” A falta de repercussão com o trabalho somados a perda gradativa de seu público maior causam incertezas entre integrantes quanto à validade ideológica encontrada em power-chord blues e rock pauleira. A terceria formação de A Bôlha seria montado então em 1972.

Em final de 1971, foi a vez de Ricardo Bittencourt deixar o grupo. Com um show importante marcado no Clube Monte Libano, A Bôlha servindo como banda de apóio para Sergio Mendes, Ricardo foi substituído inicialmente por Johnny (?). No entanto, o pai de Johnny não permitiu a seu filho se envolver seriamente com rock e o obrigou a deixar o conjunto e se dedicar mais aos estudos. Com calma e mais tempo para procurar alguém à altura da seriedade que a banda precisava, encontram Gustavo Shroeter.

A persistência do grupo em investir no próprio som e na própria imagem é paga quando conseguem um contrato com a gravadora Continental para o que se torna o álbum de estreia da banda. Entitulado “Um Passo À Frente,” o disco se propõe a ser exatamente isto. Lançado em 1973, o disco oferece sete faixas, todas composições próprias.

Renato Fronzi Ladeira - guitarra, teclados e vocais
Pedro Lima - guitarra
Arnaldo Brandão - baixo
Gustavo Shroeter - bateria

01. Um Passo À Frente (Renato Ladeira - Pedro Lima - Gustavo Schroeter - Lincoln Bittencourt)
02. Razão De Existir (Pedro Lima)
03. Bye My Friend (Pedro Lima)
04. Epitáfio (Renato Ladeira - Pedro Lima - Gustavo Schroeter - Lincoln Bittencourt)
05. Tempos Constantes (Pedro Lima)
06. A Esfera (Pedro Lima)
07. Neste Rock Forever (Wolf - Pedro Lima - Carlos Maciel)

Considerado por muitos como a melhor fase do grupo, infelizmente esta formação dura apenas por um ano. A Bôlha vê 1974 chegar tendo que montar uma nova cozinha. Arnaldo ao deixar a banda, passa a acompanhar Raul Seixas e depois Jorge Mautner, já como membro da banda Bomba Atômica. Gustavo deixaria o grupo para se juntar à nova encarnação do Veludo, antigo Veludo Elétrico. Já na nova encarnação de A Bôlha, no baixo retorna Lincoln Bittencourt, enquanto na bateria chega o novato Léo Cesar. Para que Renato possa cuidar exclussivamente dos teclados, Marcelo Sussekind adere à trupe transformada agora pela primeira vez em um quinteto.

Renato Fronzi Ladeira - teclados e vocais
Pedro Lima – guitarra
Marcelo Sussekind - guitarra
Lincoln Bittencourt - baixo
Léo Cesar - bateria

Em 1976, Sérgio Herval assume a bateria no lugar de Léo e a banda se prepara para gravar o seu segundo álbum, agora pela gravadora Polydor. Este, ao contrário do anterior, apresenta várias versões de composições conhecidas, velhos roques da Jovem Guarda, além das composições da banda. Um reflexo desta direção está no nome “É Proibido Fumar”, titulo de um rock clássico de Roberto e Erasmo. A relação das faixas e seus compositores segue com:


É Proibido Fumar (1977)

Renato Fronzi Ladeira - teclados e vocais
Pedro Lima – guitarra
Marcelo Sussekind - guitarra
Lincoln Bittencourt - baixo
Sérgio Herval – bateria

01. Deixe Tudo de Lado (Nixon - A Bolha)
02. Difícil É Ser Fiel (A Bolha - Edil)
03. É Proibido Fumar (Erasmo Carlos - Roberto Carlos)
04. Estações (Renato Ladeira)
05. Sai do Ar (Massadas - A Bolha)
06. Consideração (Erasmo Carlos - Roberto Carlos)
07. Torta de Maçã (Massadas - A Bolha)
08. Luzes da Cidade (Ramos - Márcio)
09. Clímax (Jean Pierre - A Bolha)
10. Vem Quente Que Eu Estou Fervendo (Carlos Imperial - Eduardo Araújo)
11. Talão de Cheque (Massadas - A Bolha)

No mesmo ano, todos os integrantes de A Bôlha menos Renato Ladeira, se associam ao Erasmo Carlos, para a faixa “A Terceira Força” (Erasmo Carlos - Roberto Carlos) do próximo álbum de sua carreira, “Pelas Esquinas de Ipanema” lançado também pela Polydor em 1978. A banda nesta faixa sendo:

Erasmo Carlos - vocais
Rubinho Barra - piano
Pedro Lima – guitarra
Marcelo Sussekind - guitarra
Lincoln Bittencourt - baixo
Sérgio Herval - bateria

Em 1978, A Bôlha encerra definitivamente suas atividades. Com quatorze anos de existência e dois discos de pouca vendagem, tornam-se um exemplo clássico de como era dificil sobreviver fazendo rock na era pré Rock ‘n’ Rio. Quase todos os seus integrantes tiveram carreiras significativas no meio da música, muitos conhecendo sucesso nacional em outras bandas.

Rentato Ladeira - Herva Doce
Pedro Lima - Herva Doce
Marcelo Sussekind - Herva Doce, produtor
Sérgio Herval - Roupa Nova
Arnaldo Brandão - Doces Bárbaros, Outra Banda da Terra, Brylho da Cidade e Hanoi Hanoi
Gustavo Shroeter – Veludo, Porque Sim e Cor do Som

A Bolha está volta sim, a legendária banda carioca, que se reuniu para gravar tema para a trilha do filme '1972', de Ana Maria Bahiana e José Emílio Rondeau, e no qual são retratados com destaque, aproveitou o embalo para registrar parte do inédito repertório de sua fase mais incandescente, àquela entre 1969 e 1972, que trazia em sua formação Renato Ladeira (vocal, guitarra e teclados), Arnaldo Brandão (vocal e baixo), Pedrinho Lima (vocal e guitarra) e Gustavo Schroeter (bateria). Formada como The Bubbles, em plena revolução beatlemaníaca, e liderada pelos irmãos César e Renato Ladeira, a banda logo conquistou seu espaço. Em pouco tempo tornou-se uma das mais requisitadas pelos clubes da cidade, até ser apontada como o principal elo de conexão dos jovens cariocas com o que havia de melhor no cenário do rock internacional. Daí, até se transformar numa potente “usina sonora”, foi só uma questão de tempo. Em É Só Curtir, A Bolha resgata alguns de seus clássicos, além de grandes sucessos da nossa música, de Gal Costa ("Cinema Olympia") a Raul Seixas ("Não Pare Na Pista´, originalmente gravada em 1973 com o acompanhamento da própria banda carioca). Participação especial de Erasmo Carlos em "Você Me Acende".